Andei tão perdida entre eu mesma que mal me contenho olhando pra mim diante do espelho tendo que me dizer as mutações pelas quais tenho irremediavelmente passado.
Meu corpo ainda dói com a tão repentina e enfática vontade de desperucar , então dancei pra mim, compulsiva e frenéticamente, ao som atordoante de um frenesi de libertação.
Eu me liberto assim para mais tarde não sentir tanta tristeza...
Sou sim a meeeeeeeeeeeeeeeeeeeesma garotinha tola, que vira e mexe olha para o céu na vontade insana de ter seus desejos realizados pela estrelinha mais brilhante.
Nada acontece. Meu céu quase sempre está nublado.
Dia desses eu tomo coragem e compro aquele scarpam da vitrine...
tão onipotente quanto o tao da fisica metafisica e metalinguistica
Dai eu pisoteio todos os meus medos e finjo que não estou nem aí.
namastê
Isa
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